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Windows Server

O suporte do Windows Server 2003 acabou, mas a utilização não.

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Olá pessoal, 
 
Ficamos um tempo sem postar aqui no blog, mas voltamos falando de um assunto bem interessante, que é a questão do fim do suporte do Windows Server 2003, que aconteceu em Julho de 2015.

 

Apesar do fim do suporte ter sido em Julho, ainda existem muitas empresas utilizando a versão desatualizada e isso acaba deixando a empresa vulnerável a ataques.

 

Recrutamos nossos especialista em nuvem, Alicino Kerches Junior, que tem mais de 15 anos de experiência no mercado de Cloud e Infraestrutura, para nos passar a sua visão sobre o tema e algumas dicas que podem ajudar os executivos de TI a migrarem para a versão atual sem medo e com investimentos na medida.

 

Segundo pesquisas, apenas 35% das empresas já migraram para as versões atualizadas do Windows Server. Isso nos faz chegar à conclusão de que mesmo com a ciência dos executivos em relação aos impactos da não atualização do Windows Server, como questões de segurança por exemplo, outros aspectos do dia a dia acabam tornando-se prioridade e colocando as questões de atualização em último plano.

 

Um dos motivos identificados para a não atualização para nova versão é a falta de estrutura física para manter o ambiente atual e o de homologação. Segundo executivos, ter um ambiente on premisses para testar a nova aplicação teria um custo e impacto de tempo muito elevado, dificultando o início do projeto.

 

“É mais comum do que parece encontrar empresas que acabam optando por não atualizar a versão do Windows Server por não ter infraestrutura para testes da nova versão. Falando em Datacenter físico, é compreensível a decisão, visto que os equipamentos tem um custo muito elevado. O que impacta realmente é que essa decisão de não atualizar pode comprometer o negócio como um todo no futuro”, comenta Alicino Kerches.

 

O que geralmente não é levado em consideração no momento de estruturar os projetos de migração do Windows Server é a possibilidade de colocar o ambiente de testes na nuvem, otimizando consideravelmente o tempo e esforços de migração, além de reduzir potencialmente os custos com infraestrutura.

 

“Em projetos de migração do Windows Server, sugerimos sempre utilizar o Microsoft Azure para hospedagem dos servidores para homologação por tempo determinado. Depois disso fica a critério da empresa manter no Azure ou preparar e voltar para o ambiente On Premisses, tendo custos somente durante o tempo de projeto”, explica Kerches.

 

O Microsoft Azure é uma plataforma de nuvem aberta e flexível, que pode proporcionar redução dos custos e gestão em escala, permitindo gerar insights a partir de seus dados, suportar funcionários onde quer que trabalhem e em qualquer dispositivo, além de criar novos aplicativos de negócios ou transformar os existentes, aproveitando ferramentas, tecnologias e habilidades comuns.

 

“A utilização do Microsoft Azure é estratégica para as empresas que se preocupam com segurança e alta disponibilidade. No caso do Windows Server, a migração com ambiente de testes na nuvem pode reduzir consideravelmente o tempo e custos do que seria um projeto de migração tradicional. Manter as atualizações em dia permite que os executivos possam concentrar esforços em inovação sem se preocupar com as questões de segurança da empresa e sem concentrar grandes esforços em projetos de migração de aplicações.”, finaliza Kerches.

 

Quer saber exatamente quanto custaria ter um ambiente de homologação no Azure para ajudar no seu projeto de migração do Windows Server? Entre em contato.

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